O corpo de uma mulher, vítima da gripe H1N1 em São Paulo, foi enterrado na tarde deste sábado (09/04) em Água Preta, Mata Sul pernambucana. Os restos mortais foram trazidos pela família para que ela fosse sepultada em sua terra natal.
Geraldina da Silva Lopes, 42, serviços gerais, morava no bairro Heliópolis, na capital paulistana. No domingo (27/03), ela havia se queixado de fortes dores na garganta e muita falta de ar, precisando ser atendida às pressas pela UTI de um hospital da cidade. Ao ser avaliada pelos médicos, descobriu-se que ela estava com o vírus Influenza H1N1.
Ela passou vários dias na unidade sem apresentar quadro de melhora na saúde, até que, na quarta-feira (06/04) teve morte encefálica. A família pernambucana foi informada e solicitou o traslado do corpo até Água Preta, que chegou à Mata Sul às 23h de sexta-feira (08/04).
Geraldina vivia em São Paulo há 25 anos com o esposo e mais dois filhos. O velório ocorreu no bairro Jiquiá e o enterro às 15h, no cemitério Parque da Saudade.
Apesar do registro de algumas mortes em 2016 no Brasil, pesquisadores paraenses divulgaram um estudo que concluiu que o vírus H1N1 não evoluiu para mutações tão graves, ao contrário do que se manifestou na Índia e que causou uma epidemia da doença em 2015.
