
Um levantamento de 2025, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com base em dados do Datafolha constatou que a maioria da Geração Z, composta por jovens nascidos entre os anos de 1995 e 2010, prefere não atuar no mercado de trabalho de forma tradicional, conforme a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
De acordo com a pesquisa, mais de 60% dos entrevistados preferem trabalhar de forma remota, ou através de horários flexíveis, algo descomunal no regime tradicional. Além disso, aproximadamente metade dos que já possuem empregos fixos sente vontade de migrar de área. Os jovens estão, cada vez mais, rejeitando o modelo de trabalho antigo e prezando por novas alternativas.
Por fim, o estudo revela que, para 36% desta camada da população, salários e benefícios são os fatores mais valorizados na escolha de um emprego. Já para 29%, o ambiente de trabalho é o que mais importa na vida profissional.