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O
Senado aprovou nesta terça-feira (26) a Medida Provisória (MP) 1.334/2026, que
reajusta o piso salarial dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em
2026. O texto vai à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A
medida representa um aumento de 5,4% sobre o valor anterior, de R$ 4.867,77,
com um ganho real de 1,5 ponto percentual acima da inflação.
A
MP foi editada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em janeiro,
quando as regras entraram em vigor. Pelo texto, o novo cálculo será a soma do
Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e 50% da média de crescimento
real das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e
de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Segundo
o governo, a fórmula anterior teria resultado em recomposição de apenas 0,37% —
a nova garante 5,4%.
De
acordo com a senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), relatora da
proposta, a nova regra deve gerar um impacto de R$ 6,4 bilhões em 2026.
A
MP também estabelece um teto e um piso para as correções futuras: o reajuste
não pode superar a variação da receita nominal do Fundeb entre os dois anos
anteriores, nem ser inferior ao INPC.
Impacto
nas contas públicas
Se
aplicada por todos os entes federativos, a nova regra deve gerar um impacto de
R$ 6,4 bilhões em 2026. As receitas do Fundeb, que financiam 70% dos salários
dos professores, cresceram 120% em termos reais entre 2020 e 2026.
A MP também estabelece um teto e um piso para as correções futuras: o reajuste não pode superar a variação da receita nominal do Fundeb entre os dois anos anteriores, nem ser inferior ao INPC.
FONTE: DIÁRIO DE PERNAMBUCO.