Publicada em 20/04/2016 às 10h55.
Protótipo LED superfino transforma sua pele em tela digital
O conjunto de leds e fotodetectores orgânicos mede apenas 3 micrômetros de espessura.

Pesquisadores da Universidade de Tóquio, no Japão, desenvolveram uma tela de LED tão fina que pode ser utilizada sobre a pele sem atrapalhar a movimentação. O protótipo da e-skin, como tem sido chamado, pode ser utilizado para monitorar o oxigênio no sangue e tem sido apontado como o futuro das pulseiras fitness.


O conjunto de leds e fotodetectores orgânicos mede apenas 3 micrômetros de espessura. O principal atrativo é a flexbilidade do dispositivo, o que garante que ele não quebre com facilidade, apesar do tamanho.


Pele digital pode ser usada para monitorar oxigênio no sangue (Foto: Divulgação/Universidade de Tóquio)
Pele digital pode ser usada para monitorar oxigênio no sangue (Foto: Divulgação/Universidade de Tóquio)

O projeto ainda está em fase experimental, mas já despertou a curiosidade pelas aplicações em que ele pode ser usado no futuro. O protótipo feito pelos pesquisadores consegue monitorar a quantidade de oxigênio no sangue e pode ser utilizado tanto por atletas quanto em pacientes em hospitais.


Por enquanto, a tela é capaz de exibir uma letra ou número de sete segmentos, mas no futuro os pesquisadores prometem aumentar a capacidade para exibir conteúdos mais complexos. 


Outra característica que os pesquisadores querem melhorar é a forma em que o dispositivo fica preso a pele. No protótipo, é utilizado uma espécie de película adesiva, mas a ideia é que ele consiga ficar grudado sozinho. Ainda não se sabe quando a tecnologia será utilizada comercialmente, mas o produto desperta muita curiosidade.

 

 

 

 

 

Techtudo

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