A vacinação contra a poliomielite teve alterações a partir deste mês de abril em todo o mundo, de acordo com recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). A terceira dose da imunização, aplicada aos 6 meses, deixa de ser oral e passa a ser aplicada de forma injetável.
A modificação é mais um passo para o uso exclusivo da vacina inativada (injetável) na prevenção contra a paralisia infantil. As mudanças têm o objetivo de contribuir na erradicação mundial da doença, inexistente no Brasil desde 1989.
Com a mudança, as crianças passam a receber a vacina inativada da poliomielite (VIP – injetável) nas três primeiras doses (2, 4 e 6 meses). A oral (VOP), oferecida aos 15 meses, 4 anos e nas campanhas anuais para meninos e meninas de 1 ano a menores de 5 anos, neste ano, só voltam a ser oferecidas a esse público na campanha nacional no segundo semestre.
OUTRAS MUDANÇAS – O calendário nacional de imunização também passou por outras mudanças este ano. Na vacinação contra o HPV, para meninas entre 9 e 13 anos, só serão necessárias duas doses (a segunda aplicada seis meses após a primeira). Já a vacina meningocócica C (conjugada), que era aplicada aos 15 meses, deve ser dada às crianças, preferencialmente, aos 12 meses, podendo ser feita até os 4 anos. Ela protege contra a meningite causada pelo meningococo C.
Para os bebês, a vacina pneumocócica 10 valente para pneumonia agora é aplicada em duas doses (antes eram três), aos 2 e 4 meses, com um reforço preferencialmente aos 12 meses, poderá ser tomado até os 4 anos.
FolhadePE