Publicada em 07/07/2025 às 08h55.
FAB intercepta três aeronaves durante cúpula do BRICS
Aviões violaram áreas de exclusão no Rio; força usou caças e radares para garantir segurança

Foto: Divulgação.               


 A FAB (Força Aérea Brasileira) interceptou três aeronaves durante a realização da 17ª Cúpula do BRICS, realizada entre quinta (4) e segunda (7) no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro. Os casos ocorreram neste fim de semana e envolveram violações de áreas de exclusão aérea temporária estabelecidas para garantir a segurança dos chefes de Estado e autoridades presentes.

 

Duas aeronaves da aviação geral foram interceptadas por caças A-29 Super Tucano após não cumprirem as regras de voo nas zonas restritas.

 

Os pilotos foram orientados pelos órgãos de controle a mudarem de rota. Uma terceira violação envolveu um helicóptero que deixou a área restrita e pousou em local isolado após avistar um caça.

 

As áreas de exclusão foram coordenadas pelo DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) e classificadas em branca, amarela e vermelha, com diferentes níveis de restrição em um raio de até 150 km do local do evento.

 

Na área vermelha, com raio de 10 km, apenas aeronaves autorizadas relacionadas à cúpula tinham permissão de voo. Durante o período, o Aeroporto Santos Dumont foi fechado, com operações transferidas para o Aeroporto do Galeão.

 

A FAB empregou meios aéreos e terrestres, incluindo os caças F-5M, aeronaves de reabastecimento KC-390, radares E-99, helicópteros H-60L Black Hawk, mísseis RBS 70 e sistemas antidrones.

 

Cerca de 670 militares participaram da operação, que foi coordenada a partir da Sala Master de Comando e Controle, instalada no CGNA (Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea).

 

O Esquadrão PARA-SAR e o Hospital de Força Aérea do Galeão ficaram em prontidão para situações de emergência. O comandante do CGNA, Tenente-Coronel Deoclides Fernandes, afirmou que os pilotos interceptados seguiram as ordens recebidas e que as violações podem ter sido acidentais. Já o Tenente-Brigadeiro do Ar Alcides Teixeira Barbacovi destacou que o uso de mísseis tem como objetivo reduzir o tempo de reação e afastar possíveis ameaças de áreas povoadas.

 

As investigações sobre os casos de violação seguem sob responsabilidade da FAB.



FONTE: AGÊNCIA BRASIL.




 

Os comentários abaixo não representam a opinião do Portal Nova Mais. A responsabilidade é do autor da mensagem.
TODOS OS COMENTÁRIOS (0)



Login pelo facebook
Postar
 
Curiosidades
Policia
Pernambuco
Fofoca
Política
Esportes
Brasil e Mundo
Tecnologia
 
Nova + © 2026
Desenvolvido por RODRIGOTI